LOGÍSTICA - TECNOLOGIA APLICADA - REGISTRO DE AULA 04.11.25
TECNOLOGIA APLICADA À LOGÍSTICA
RESPONDA AS QUESTÕES:
1 - O QUE É TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA?
2 - QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS TECNOLOGIAS E SISTEMAS?
3 - COMENTE SOBRE AS TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS:
4 - QUAIS AS VANTAGENS DA APLICAÇÃO TECNOLÓGICA NA LOGÍSTICA?
5 - ESCOLHA UMA TECNOLOGIA E APROFUNDE SEUS CONHECIMENTOS.
6 - COMO O TÉCNICO EM LOGÍSTICA DEVE SE PREPARAR PARA AS OPERAÇÕES COM A TECNOLOGIA APLICADA NOS PROCESSOS LOGÍSTICOS?
Conceitos e Definições Principais
Tecnologia em Logística: É o conjunto de soluções e inovações (software e hardware) aplicadas para transformar e aprimorar a gestão do fluxo de materiais, informações e recursos, desde a origem até o consumidor final.
Automação: Uso de sistemas e equipamentos (como robôs e esteiras automáticas) para realizar tarefas repetitivas e manuais, reduzindo erros e aumentando a velocidade.
Visibilidade e Rastreabilidade: Capacidade de acompanhar a localização e o status exato de mercadorias, veículos e recursos em tempo real, utilizando tecnologias como GPS, RFID e IoT.
🛠️ Principais Tecnologias e Sistemas
Existem diversos sistemas e tecnologias que impulsionam a logística moderna:
Sistemas de Gestão (Software)
ERP (Enterprise Resource Planning): Sistema que integra todos os dados e processos de uma empresa (finanças, vendas, RH, e logística) em uma única plataforma, proporcionando uma visão unificada.
WMS (Warehouse Management System): Focado na gestão de armazéns e centros de distribuição. Controla o fluxo de materiais, desde o recebimento e endereçamento até o picking, packing e expedição, otimizando o estoque e o espaço.
TMS (Transportation Management System): Especializado na gestão do transporte de cargas. Auxilia no planejamento de rotas (roteirização), cálculo de fretes, rastreamento de veículos, gestão de documentos e auditoria de faturas.
SCM (Supply Chain Management): Ferramentas que ajudam a coordenar e gerenciar toda a rede de fornecedores, produtores, distribuidores e varejistas, visando a eficiência global da cadeia.
Tendências Tecnológicas
Internet das Coisas (IoT): Uso de sensores e dispositivos conectados (em veículos, armazéns, embalagens) para coletar e transmitir dados em tempo real (temperatura, umidade, localização), permitindo um controle mais preciso.
Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning: Utilizados para análises preditivas (previsão de demanda), otimização dinâmica de rotas em tempo real, e automação de decisões complexas.
Automação Robótica (RPA e Robótica):
RPA (Robotic Process Automation): Uso de bots de software para automatizar tarefas administrativas e repetitivas (ex: emissão de notas fiscais).
Robôs/Veículos Autônomos (AGVs/AMRs): Máquinas que movimentam e separam mercadorias em armazéns com alta precisão e velocidade.
Blockchain: Tecnologia de registro distribuído que oferece maior segurança, transparência e rastreabilidade nas transações e na origem dos produtos.
Telemetria Veicular: Monitoramento detalhado do desempenho da frota (consumo de combustível, comportamento do motorista, localização), visando a redução de custos e a segurança.
✅ Vantagens da Aplicação Tecnológica
O investimento em tecnologia na logística proporciona benefícios significativos, como:
Aumento da Produtividade: Automação de tarefas libera a equipe para atividades mais estratégicas.
Redução de Custos: Otimização de rotas, melhor gestão de estoque e minimização de erros levam à diminuição do custo operacional.
Melhoria da Tomada de Decisão: Sistemas fornecem dados precisos e em tempo real, permitindo decisões mais embasadas e estratégicas.
Maior Satisfação do Cliente: Entregas mais rápidas, precisas e a capacidade de rastreamento aumentam a confiança e a satisfação do consumidor.
Redução de Falhas e Perdas: Controle rigoroso do estoque e do transporte minimiza avarias, furtos e erros de envio
⚙️ 1. Princípios de Execução e Controle
Estes são os elementos que compõem o ciclo básico de funcionamento de um sistema automatizado:
1.1. Instrumentação (Percepção)
Sensores e Atuadores: O sistema precisa "enxergar" o ambiente e "agir" sobre ele.
Sensores: Dispositivos que capturam dados físicos (temperatura, pressão, posição, presença de objeto) e os convertem em sinais elétricos.
Atuadores: Dispositivos que executam comandos (ligar/desligar um motor, abrir/fechar uma válvula, mover um braço robótico).
1.2. Controle (Decisão)
Controladores Lógicos Programáveis (CLP/PLC): Considerado o "cérebro" da automação. O CLP recebe os dados dos sensores, executa o programa lógico predefinido (sequência de passos, condições), e envia os comandos para os atuadores.
Lógica de Controle: É o conjunto de regras e algoritmos que define como o processo deve se comportar. Garante que as máquinas funcionem na ordem correta, no tempo certo e dentro dos parâmetros de segurança.
1.3. Comunicação (Integração)
Redes Industriais: Os diferentes dispositivos (CLPs, sensores, robôs, computadores) precisam se comunicar. As redes industriais (como Profibus, Ethernet/IP, ou Profinet) garantem a troca de informações em tempo real e de forma confiável.
Descentralização: A tomada de decisão pode ocorrer em diferentes níveis. Muitas vezes, os equipamentos em campo conseguem tomar decisões localmente e só reportam as informações de falha ou consolidadas para o nível superior, aumentando a velocidade de resposta.
📊 2. Princípios Estratégicos e Gerenciais
Estes princípios estão relacionados à gestão e à integração da automação com os objetivos de negócio:
2.1. Monitoramento e Supervisão
Sistemas SCADA/HMI: São as interfaces que permitem aos operadores humanos visualizar e interagir com o processo.
HMI (Interface Homem-Máquina): Telas ou painéis usados para monitorar o status das máquinas e iniciar ou parar operações.
SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition): Softwares que coletam dados de toda a planta, permitem o controle remoto, geram relatórios e registram históricos.
2.2. Tomada de Decisão Baseada em Dados
Informação em Tempo Real: A automação garante que os dados sobre a produção, qualidade e falhas sejam gerados e analisados instantaneamente. Isso permite correções imediatas e um planejamento mais preciso.
Rastreabilidade: É a capacidade de rastrear a origem, o processamento e a localização de um produto em qualquer ponto da cadeia, fundamental para o controle de qualidade e logística.
2.3. Flexibilidade e Modularidade
Modularidade: O sistema deve ser projetado de forma que partes (módulos ou células) possam ser adicionadas, removidas ou substituídas facilmente, permitindo a expansão da produção ou a manutenção sem paralisar toda a operação.
Flexibilidade: Capacidade de o sistema ser reprogramado para produzir diferentes modelos ou variar o volume de produção de forma rápida, um pilar da Indústria 4.0.
A Pirâmide da Automação Industrial
é um modelo conceitual clássico e amplamente utilizado que define a hierarquia e os níveis de controle e comunicação em um ambiente automatizado.
Ela ilustra como os dados fluem, desde o chão de fábrica (onde ocorrem as ações físicas) até o nível estratégico (onde as decisões de negócio são tomadas).
🔺 A Pirâmide da Automação
A pirâmide é tipicamente dividida em cinco níveis, onde cada nível se comunica com o nível imediatamente superior (para enviar dados) e com o nível inferior (para enviar comandos).
| Nível | Nome e Foco | Funções Principais | Exemplos de Tecnologia |
| 5 | Estratégico / Gerencial | Planejamento de longo prazo, finanças, vendas, metas de produção. | ERP (Enterprise Resource Planning) |
| 4 | Gerenciamento de Produção | Otimização, sequenciamento de ordens de produção, relatórios de desempenho e qualidade. | MES (Manufacturing Execution System) |
| 3 | Supervisão e Controle | Coleta de dados em tempo real, monitoramento da planta, controle de processos e históricos. | SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition), HMI (Interface Homem-Máquina) |
| 2 | Controle e Automação | Execução de lógicas de controle, monitoramento de máquinas, atuação direta no processo. | CLP (Controlador Lógico Programável), DCS (Sistema de Controle Distribuído) |
| 1 | Chão de Fábrica / Campo | Execução física, medição de variáveis, ação sobre o processo. | Sensores, Atuadores, Válvulas, Motores, Robôs. |
🧐 Detalhamento dos Níveis
Nível 1: Chão de Fábrica / Campo (Ação)
Este é o nível mais baixo e mais próximo do processo físico.
Função: Realizar e medir. É onde o trabalho acontece.
Tecnologias:
Sensores: Medem temperatura, pressão, nível, posição, etc.
Atuadores: Executam comandos (motores, válvulas, chaves).
Dispositivos Simples: Leitores de código de barras ou RFID.
Nível 2: Controle e Automação (Decisão Local)
É o nível que recebe as informações do campo e toma decisões imediatas.
Função: Executar a lógica de controle programada, garantindo a sequência correta e a segurança da operação.
Tecnologias:
CLP (Controlador Lógico Programável): O cérebro que gerencia as máquinas e as linhas de produção.
DCS (Sistemas de Controle Distribuído): Usados em grandes plantas com processos contínuos (como refinarias).
Nível 3: Supervisão e Controle (Monitoramento)
O foco é na visualização e na coleta de dados da planta em tempo real.
Função: Permitir que operadores monitorem o status do processo, ajustem parâmetros e reajam a alarmes. Também é responsável por armazenar o histórico dos dados.
Tecnologias:
SCADA: Coleta, registra e visualiza dados de múltiplos CLPs, fornecendo um controle centralizado.
HMI: Telas localizadas nas máquinas ou painéis que permitem a interação direta do operador.
Nível 4: Gerenciamento de Produção (Otimização)
Faz a ponte entre a operação (Níveis 1-3) e o planejamento estratégico (Nível 5).
Função: Gerenciar a execução das ordens de produção, rastrear materiais, alocar recursos, gerenciar a qualidade e manter o desempenho da fábrica (OEE - Overall Equipment Effectiveness).
Tecnologias:
MES (Manufacturing Execution System): Sistema que coordena a produção em tempo real, garantindo que o plano do ERP seja executado eficientemente.
Nível 5: Estratégico / Gerencial (Planejamento)
O nível mais alto, focado nas decisões de negócio e planejamento de longo prazo.
Função: Gerenciar recursos empresariais (finanças, RH, estoque geral), planejar a produção e analisar a rentabilidade da operação.
Tecnologias:
ERP (Enterprise Resource Planning): Sistema que integra todos os processos de gestão da empresa.
A principal evolução desta pirâmide no contexto da Indústria 4.0 é o conceito de comunicação horizontal. As novas arquiteturas de automação utilizam a Internet Industrial das Coisas (IIoT) para permitir que os dados fluam diretamente do Nível 1 para o Nível 5 (e vice-versa), ou entre máquinas do mesmo nível (comunicação Machine-to-Machine), tornando o processo mais rápido, ágil e menos dependente da hierarquia rígida.
Para um desenvolvimento completo em Automação Logística, como discutido anteriormente, é essencial entender como esses cinco níveis se aplicam especificamente à gestão de armazéns e transportes.
A programação de CLPs
É padronizada pela norma internacional IEC 61131-3 e se divide em cinco linguagens principais, agrupadas em formatos gráficos e textuais:
💻 As 5 Linguagens de Programação de CLP (IEC 61131-3)
Linguagens Gráficas
As linguagens gráficas são mais visuais e intuitivas, muitas vezes baseadas em diagramas elétricos ou de fluxo.
1. Ladder Diagram (LD) ou Diagrama Ladder
Princípio: É a linguagem mais difundida e utilizada, especialmente no Brasil e América do Norte. Baseia-se na lógica de relés e contatos elétricos de comandos.
Aparência: Assemelha-se a uma escada (daí o nome Ladder), com duas barras verticais e "degraus" horizontais que contêm contatos (entradas) e bobinas (saídas).
Vantagem: Fácil de aprender e ideal para eletricistas e técnicos que já trabalham com diagramas elétricos. É excelente para lógicas booleanas simples.
2. Function Block Diagram (FBD) ou Diagrama de Blocos Funcionais
Princípio: Utiliza blocos interligados que representam funções específicas (temporizadores, contadores, operações matemáticas, lógicas booleanas).
Aparência: Semelhante a um diagrama de portas lógicas ou circuitos de eletrônica digital, onde as linhas conectam as entradas e saídas dos blocos.
Vantagem: Ideal para controle contínuo, loops de controle (como PID) e para organizar funções complexas em módulos reutilizáveis.
3. Sequential Function Chart (SFC) ou Gráfico de Funções Sequenciais (GRAFCET)
Princípio: É uma linguagem de alto nível usada para gerenciar sequências complexas de eventos e processos.
Aparência: Semelhante a um fluxograma, utilizando etapas e transições que definem as condições para passar de uma etapa para a próxima.
Vantagem: Excelente para modelar e programar processos batelada (lotes) ou sequências repetitivas, pois facilita a visualização do fluxo de controle.
Linguagens Textuais
As linguagens textuais são mais próximas das linguagens de programação de computadores convencionais e são adequadas para cálculos complexos.
4. Structured Text (ST) ou Texto Estruturado
Princípio: Linguagem de alto nível com sintaxe similar a Pascal ou "C", contendo estruturas como
IF-THEN-ELSE,FOR,WHILEeCASE.Aparência: Códigos escritos com instruções textuais e sintaxe de programação estruturada.
Vantagem: A mais poderosa para realizar cálculos matemáticos complexos, manipulação de strings e implementar algoritmos avançados, como controladores PID.
5. Instruction List (IL) ou Lista de Instruções
Princípio: Linguagem de baixo nível, baseada em código Assembly. Cada instrução é representada por um mnemônico (código abreviado).
Aparência: Lista sequencial de comandos (ex: LD para Load, AND para E lógico).
Vantagem: Oferece alto desempenho e controle preciso sobre o funcionamento do CLP, mas é menos intuitiva e mais difícil de ler e manter que as demais.
Para um profissional de Logística e Automação, o foco inicial deve ser no Ladder Diagram (LD) e no entendimento do Sequential Function Chart (SFC), pois são as linguagens mais usadas para controle sequencial e de máquinas no chão de fábrica e armazéns (Nível 2 da Pirâmide).
A Automação Robótica de Processos
(RPA - Robotic Process Automation) e o uso de Bots de Software são ferramentas poderosas que se concentram na automatização de tarefas administrativas e repetitivas dentro dos sistemas de gestão (Níveis 4 e 5 da Pirâmide da Automação), liberando talentos humanos para atividades mais estratégicas.
Diferente da automação industrial (CLP, Robôs Físicos), o RPA lida com dados e telas de computador.
🤖 O que é RPA e o que um Bot faz?
RPA (Robotic Process Automation): É uma tecnologia que utiliza softwares (os bots) para simular a interação humana com sistemas e aplicativos digitais. O bot é programado para seguir um conjunto de regras predefinidas, realizando tarefas como:
Abrir e-mails ou arquivos.
Copiar dados de uma planilha e colar em um sistema ERP.
Preencher formulários online.
Realizar cálculos e validar informações entre diferentes softwares.
O bot age como um usuário digital, mas com muito mais velocidade e precisão.
🗺️ Aplicações Chave de RPA e Bots na Logística
Os processos logísticos são intensivos em dados e regras, o que os torna ideais para a aplicação de RPA.
1. Gestão de Pedidos e Faturamento
Entrada de Pedidos (Order Entry): Bots podem monitorar caixas de e-mail ou portais de clientes, extrair informações de pedidos (via OCR em documentos ou leitura de planilhas) e lançar esses dados automaticamente no ERP ou WMS, reduzindo erros de digitação e acelerando o ciclo do pedido.
Processamento de Faturas: Automação da leitura, validação e conciliação de faturas de fornecedores ou transportadoras, comparando-as com pedidos de compra ou conhecimentos de transporte.
2. Gestão de Transporte (TMS)
Cotação e Seleção de Transportadoras: Bots podem acessar portais web de múltiplas transportadoras, inserir dados da carga (peso, volume, destino) e extrair a melhor cotação automaticamente, inserindo-a no TMS ou em planilhas de decisão.
Emissão de Documentos: Automação do preenchimento e emissão de documentos fiscais e de transporte, como Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), em conformidade com as regulamentações.
Rastreamento e Notificação: Bots podem monitorar o status de rastreio em sites de transportadoras, atualizar o status no sistema da empresa e enviar notificações automáticas por e-mail ou SMS para o cliente sobre o andamento da entrega.
3. Gerenciamento de Inventário e Estoque (WMS/ERP)
Monitoramento de Estoque Crítico: Bots podem verificar periodicamente os níveis de estoque no WMS/ERP e disparar alertas automáticos ou até mesmo ordens de compra (baseadas em regras predefinidas de ponto de pedido) quando os níveis mínimos são atingidos.
Inventário Cíclico Administrativo: Automatizar a geração de relatórios de contagem cíclica e a conciliação de divergências de dados entre diferentes sistemas de controle.
4. Relatórios e Análises
Geração de Relatórios de KPI: Bots podem coletar dados de diversas fontes (WMS, TMS, ERP), consolidá-los, calcular métricas de desempenho (OTIF, Acuracidade de Estoque) e gerar relatórios padronizados automaticamente, distribuindo-os para os gestores.
✨ Benefícios do RPA na Logística
| Benefício | Descrição |
| Maior Eficiência | O bot trabalha 24/7 sem interrupções, processando tarefas em segundos, o que acelera drasticamente o throughput administrativo. |
| Redução de Erros | Elimina a falha humana em tarefas repetitivas, como digitação e cópia de dados, aumentando a precisão dos registros. |
| Melhoria da Conformidade | Garante que processos regulatórios (emissão fiscal, aduaneiro) sejam seguidos rigorosamente a cada execução. |
| Foco Estratégico | Libera os colaboradores humanos para se dedicarem a atividades que exigem julgamento, análise crítica, solução de problemas complexos e relacionamento com o cliente. |
| Escalabilidade | Aumenta ou diminui a capacidade de processamento facilmente, bastando replicar os bots em picos de demanda (como Black Friday), sem a necessidade de novas contratações imediatas. |
O RPA e os bots
representam uma camada de otimização que traz
agilidade, precisão e uma vantagem competitiva significativa
para o setor de logística.
Olá, meu nome é Everton Andrade
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