DroneShow Robotics 2026 - Visita Técnica: Instrutores Everton e Amauri

PESQUISA REALIZADA POR EVERTON ANDRADE

ABAIXO, SEGUEM INFORMAÇÕES DA INTERNET, IMAGENS E INFORMAÇÕES ATRAVÉS DE VISITA TÉCNICA REALIZADA EM 16/06/2026


O DroneShow Robotics 2026, realizado em São Paulo, é um dos principais eventos do setor, servindo como uma grande vitrine para avanços tecnológicos e soluções aplicadas em diversos segmentos.

https://droneshowla.com/en/


VÍDEO SOBRE OS EVERNTOS DO ANO DE 20025
https://www.youtube.com/watch?v=tice5QwVGDc&t=5s



Drones e Sistemas Autônomos

O coração do evento gira em torno da evolução das aeronaves não tripuladas, destacando:

  • Aplicações Profissionais: Equipamentos focados em segurança, defesa e monitoramento.

  • Drones Agrícolas: Destaque para modelos de alta precisão (como os da EAVision) que operam em áreas desafiadoras, visando reduzir perdas e aumentar a produtividade no campo.

  • Automação e Inteligência Embarcada: Soluções que tornam a operação de drones mais intuitiva e autônoma, com foco em segurança e eficiência operacional.





Geotecnologias e Mapeamento

Em sinergia com o evento MundoGEO Connect, a feira apresenta tecnologias essenciais para o processamento de dados geográficos:

  • Sistemas de Informação Geográfica (GIS): Apresentação de aplicações inovadoras e tradicionais.

  • Inteligência Artificial (GeoAI): Uso de IA para análise de dados espaciais (Geo Analytics).

  • Sensoriamento Remoto: Tecnologias para coleta de dados à distância.







 Espaço e Mobilidade Aérea

O evento também engloba o SpaceBR Show e a Expo eVTOL, focados em:

  • Mobilidade Aérea Urbana (UAM): Tecnologias voltadas para o futuro dos veículos elétricos de decolagem e pouso vertical.

  • Gerenciamento de Tráfego (UTM): Soluções para o controle e gestão do espaço aéreo para sistemas não tripulados (como as apresentadas pela IACIT).




Temas Transversais

Além dos equipamentos, o DroneShow é um ponto de encontro para debates cruciais que ditam o ritmo da tecnologia:

  • Regulamentação: Discussões sobre as novas regras da ANAC e a segurança nas operações aéreas.

  • Gestão e Segurança: O papel do setor jurídico e de defesa na cadeia de decisão de operações autônomas.



https://droneshowla.com/en/


https://droneshowla.com/en/


https://droneshowla.com/en/only-10-of-booths-remain-available-at-the-droneshow-robotics-2026/









  
























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SEGUE ABAIXO INFORMAÇÕES DE OUTRAS FEIRAS INTERNACIONAIS PARA AMBIENTAÇÃO E CONHECIMENTO

O vídeo apresenta uma série de inovações tecnológicas exibidas no Drone World Congress 2026 em Shenzhen, destacando como a China está integrando drones no cotidiano:

https://www.youtube.com/watch?v=0yW8QEKAAWo



Transporte e Mobilidade:


EHang EH216-S: A grande notícia é a certificação oficial (19:19) que tornou este táxi aéreo autônomo legal para uso comercial. Agora é possível reservar voos pelo WeChat por cerca de 44 dólares.

Veículos Pessoais: Protótipos como o Coolfly Urban (veículo voador em pé) e o Dream (versão sentada) foram exibidos para transporte individual rápido (17:12).

Yafei Aviation A-FEI A-01: O primeiro drone tripulado de produção em série, com design de quadro aberto (00:36).



Logística e Serviços Urbanos:


Meituan: O serviço já realizou mais de 900.000 entregas comerciais de comida e encomendas na cidade de Shenzhen (05:26).

DJI FlyCart: Drones pesados projetados para logística complexa, capazes de carregar até 40kg e operar em terrenos de difícil acesso (04:34).

Manutenção Urbana: Drones da AGR projetados para limpeza de janelas e fachadas de arranha-céus, prometendo alta eficiência (09:26).



Segurança e Resgate:


E-Hawk: Drones de combate a incêndios em arranha-céus, capazes de quebrar janelas e elevar mangueiras de incêndio (01:42).

TOPSKY: Drones anfíbios que utilizam lasers para remover detritos e destroços (03:07).

DIDIOK MAKINGS: Drones em formato de boia para resgate aquático de emergência, operando sob condições de tempestade (20:59).



Tecnologia e Inovação:


IA a Bordo: A tendência principal é o processamento de 100 TOPS integrado nos drones, permitindo autonomia total sem necessidade de GPS (07:16).

Segurança Aérea: Sistemas da UNI RADAR para monitoramento de espaço aéreo e bloqueio (jamming) de drones não autorizados (10:58).

ZHT KEEL MAX: Um drone industrial modular que utiliza baterias de estado sólido, permitindo trocas rápidas de peças e payloads em campo (16:01).

 



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VÍDEOS E INFORMAÇÕES SOBRE OS 

ASSUNTOS RELACIONADOS AO EVENTO.



https://www.youtube.com/watch?v=ndpA91px-bw

Principais Pontos Discutidos:


Nova Regulamentação (RBAC 100): A ANAC está em processo de análise técnica e jurídica para o lançamento da nova norma, que visa modernizar as operações e permitir atividades mais complexas (0:50 - 10:18).

Metodologia SORA: O foco central do debate é a ferramenta SORA (Specific Operations Risk Assessment). Diferente da norma atual, que baseia o risco principalmente no peso da aeronave, o 

SORA introduz uma avaliação de risco operacional mais detalhada, permitindo viabilizar voos BVLOS (além do alcance visual) e sobre pessoas (12:50 - 18:04).

Categorias de Operação: O novo regulamento prevê três categorias: Aberta (baixo risco), Específica (onde o SORA será aplicado) e Certificada (para operações de maior complexidade e risco) (13:13 - 14:15).

Operações Agrícolas: A ANAC pretende incluir "cenários padrão" no RBAC 100 para simplificar a autorização de operações agrícolas, mantendo o nível de segurança exigido mas com menos burocracia (28:49 - 30:21).

Responsabilidade do Operador: Os convidados, André Arruda e Lucas Florêncio da AL Drones, enfatizam que a flexibilização trazida pelo SORA não significa facilidade total; os operadores precisam estudar, capacitar suas equipes e preencher rigorosamente os portfólios de segurança (59:30 - 1:03:38).

O vídeo ressalta a importância da profissionalização do setor e o papel da tecnologia e da regulamentação no crescimento sustentável das operações com drones no país.


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https://www.youtube.com/watch?v=3g364iT0cSw

Principais pontos abordados:


O Papel dos Órgãos Reguladores (08:01 - 15:19): A ANAC e o DECEA são os principais responsáveis pela fiscalização. A ANAC cuida do cadastro e certificação, enquanto o DECEA gerencia o acesso ao espaço aéreo. 

Operar fora das normas pode resultar em processos administrativos, multas e, em casos graves, responsabilidades civil e penal.

Consequências Jurídicas (17:38 - 25:44): Além das sanções administrativas, operadores e empresas podem enfrentar ações judiciais por danos materiais (ex: quebra de objetos) ou danos morais. O Código 

Penal brasileiro é aplicado conforme o enquadramento do dano causado, mesmo que não haja um crime específico para "drones".

Responsabilidade do Contratante (29:19 - 33:42): Foi esclarecido que, dependendo da situação, a empresa que contrata um serviço de drone também pode ser responsabilizada solidariamente. Por isso, a importância de checar se o prestador está em dia com a documentação (como o cadastro na ANAC e a autorização no Sarpas).

Uso de Drones em Eventos (40:38 - 42:43): O sobrevoo de pessoas sem autorização expressa é irregular. A regra geral é que o operador deve garantir a segurança e obter anuência de quem está abaixo da aeronave.

Tecnologia e Futuro (48:55 - 52:27): Discussão sobre a chegada da RBAC 100 e o uso da metodologia SORA, que prometem facilitar e profissionalizar operações complexas, como entregas (delivery), sem abrir mão da segurança operacional.

Destaque: O vídeo ressalta que o drone é uma aeronave, não um brinquedo, e que o desconhecimento da lei não isenta ninguém de responsabilidade. A recomendação principal é operar sempre dentro das normas para garantir a longevidade e a credibilidade do setor profissional.

Seguros para Drones (52:28 - 55:12): Foi esclarecido que o seguro RETA é obrigatório para operações comerciais na maioria dos casos. Além disso, a Roberta mencionou a existência de seguros de casco (para proteção do equipamento) e de responsabilidade civil para terceiros, recomendados para mitigar riscos patrimoniais em operações com maior potencial de dano.

A questão do sobrevoo de pessoas (40:38 - 42:43): O vídeo enfatiza que realizar voos sobre pessoas sem a anuência expressa delas é irregular. Em espaços públicos, como parques ou praias, o uso de drones acima de 250g é estritamente controlado.

O Papel do Ministério da Defesa (39:16 - 40:19): Além de ANAC e DECEA, a palestrante pontuou que o registro no Ministério da Defesa é fundamental para a validade legal de levantamentos aerofotogramétricos. Sem esse registro, o produto final (mapas, dados) pode não ter valor jurídico ou técnico para o contratante.

O Futuro do Controle Aéreo (57:03 - 59:26): Há uma discussão sobre a inevitável digitalização do controle do espaço aéreo. Com o crescimento de drones e a chegada de tecnologias como eVTOLs (carros voadores), o espaço aéreo, que é finito, exigirá sistemas automatizados e integrados para gerir o fluxo e garantir a segurança de todos.

Proibição de Transporte de Pessoas (1:01:06 - 1:02:16): Foi feito um alerta importante: drones não transportam pessoas. Mesmo que a tecnologia avance, a classificação jurídica atual de "drone" não inclui aeronaves tripuladas, e a tentativa de elevar passageiros é considerada uma conduta extremamente perigosa e ilegal.


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GALERIA DE FOTOS






















Vigilância, Inteligência e Reconhecimento (IVR)

Esta é a principal missão das ARPs de grande porte da FAB, como os modelos israelenses Hermes 450 (RQ-450) e Hermes 900 (RQ-900).

  • Monitoramento de Fronteiras: Voando a altitudes superiores a 9.000 metros e com autonomia que passa de 30 horas consecutivas, essas aeronaves mapeiam rotas de tráfico, pistas de pouso clandestinas e desmatamento ilegal na Amazônia e fronteiras secas.

  • Sensores de Alta Resolução: Eles utilizam payloads ópticos e térmicos termais de última geração e radares de abertura sintética (SAR) que conseguem "enxergar" através das nuvens, detectando movimentações em solo de dia ou de noite.


Missões de Paz e Apoio Humanitário Internacional

A expertise da FAB com aeronaves não tripuladas é tão reconhecida que o Brasil lidera iniciativas internacionais nessa área.

  • Atuação na ONU (Exemplo no Sudão): A FAB atua em missões de paz da ONU (como a UNISFA, na região de Abyei). As ARPs são usadas para fazer a segurança operacional das tropas, vigiar áreas de conflito, obter consciência situacional em tempo real e apoiar a coordenação de ajuda humanitária (identificando rotas seguras para a entrega de água, alimentos e suporte médico para as comunidades locais).

🛟 3. Apoio a Calamidades Públicas e Busca e Salvamento (SAR)

Em situações de desastres naturais (como enchentes e deslizamentos), as ARPs entram em ação para salvar vidas de forma coordenada:

  • Varredura de Áreas Isoladas: Mapeamento térmico de sobreviventes em locais onde helicópteros não conseguem acessar devido ao mau tempo.

  • Logística Emergencial: Apoio na coordenação do espaço aéreo e rotas para o transporte de donativos e medicamentos.


Segurança de Grandes Eventos Nacionais

A FAB utiliza sistemas de imageamento aéreo persistente para monitorar perímetros urbanos complexos durante grandes eventos de visibilidade internacional (como Olimpíadas, cúpulas de chefes de Estado e operações interagências de segurança pública). O drone envia imagens em tempo real para centros de controle blindados no solo, garantindo a proteção do perímetro sem que a população perceba a presença da aeronave a quilômetros de altura.


O Futuro: Soberania e Desenvolvimento Nacional (Projeto RQ-XBR)

Como vimos recentemente no encontro Inovaero, a mentalidade estratégica atual da FAB está focada em reduzir a dependência externa.

🎯 Foco de Defesa: A FAB abriu consultas públicas recentes e firmou parcerias com a indústria de defesa nacional, universidades e centros de pesquisa (como o SENAI CIMATEC) para criar e produzir ARPs de grande porte 100% brasileiras. O objetivo é que tanto a estrutura física quanto os softwares e a eletrônica embarcada de inteligência sejam desenvolvidos no Brasil, garantindo autonomia tecnológica completa para o nosso país.

Além disso, o controle do espaço aéreo para o uso seguro de drones civis em território nacional também é gerido por um braço da Aeronáutica, o DECEA, por meio de normativas rígidas (como a ICA 100-40) e do portal SARPAS.


https://www.stellatecnologia.com/condor/


O Condor (projeto Atobá XR) é uma plataforma de última geração em desenvolvimento, concebida como resposta a um memorando de entendimento assinado com a Força Aérea Brasileira. Projetado para atender às demandas de monitoramento persistente de fronteiras, o Condor possui autonomia projetada de até 35 horas e capacidade de embarcar múltiplos sensores e subsistemas, suportando uma carga útil de até 350 kg.






https://www.youtube.com/shorts/fufHKgOQ6TY


















DRONE PARA LIMPEZA DE FACHADA


Diferente de um drone convencional que carrega um tanque de água pesado no ar (o que limitaria o tempo de voo a poucos minutos), os drones de limpeza predial utilizam o sistema Aero-Cleanse (alimentação por mangueira umbilical).

  • A Aeronave no Ar: O drone voa carregando apenas a bateria, os motores, os sensores de proximidade e uma barra/braço de pulverização (tubeira) com os bicos injetores.

  • O Sistema no Solo: No chão fica uma lavadora/bomba de altíssima pressão (algumas operando em até 200 bar ou 4.350 PSI), o reservatório de água desmineralizada e os produtos químicos.

  • A Mangueira Umbilical: Uma mangueira leve de alta pressão conecta a bomba no solo diretamente ao drone. É o solo que empurra a água para cima; o drone apenas direciona o jato.





Água Desmineralizada: Em fachadas de vidro, as empresas utilizam água desmineralizada pura (sem minerais). Como ela evapora sem deixar resíduos, o drone limpa o vidro por pressão e o acabamento seca perfeitamente uniforme, sem necessidade de ninguém passar um pano para secar.


Para aguentar o tranco de uma operação dessas, esses drones (geralmente baseados em plataformas pesadas de pulverização agrícola ou modelos industriais como a linha DJI Matrice 350) passam por modificações severas:

  • Gimbal com Estabilização Ativa: Quando a água sai pelo bico a altíssima pressão, o efeito físico da "ação e reação" empurra o drone para trás (o famoso coice). O gimbal e os algoritmos de voo corrigem essa oscilação em milissegundos para manter o drone estável a uma distância padrão de 2 a 3 metros da parede.

  • Sensores de Proximidade e RTK: Esqueçam o GPS comum. Para voar colado em prédios (onde o sinal de satélite pode sofrer reflexão nas paredes — o efeito multi-caminho), esses drones utilizam posicionamento RTK (precisão milimétrica) e sensores anticolisão atuando em tempo real.

  • Proteção IP contra Água: Como o drone opera imerso em uma névoa de respingos, toda a eletrônica, motores e conectores precisam de isolamento total contra umidade e jatos d'água de todas as direções.





  • Lógica de Emergência (Failsafe): Se o drone perder o sinal com o rádio, a lógica padrão não pode ser o Return to Home (RTH) direto em linha reta, pois ele bateria de frente no prédio! O sistema é configurado para: Interromper a pressurização da água instantaneamente -> Estabilizar a aeronave -> Afastar-se horizontalmente da fachada -> Avaliar o recuo da mangueira -> E só então iniciar a descida controlada.

  • A Regra dos 25kg (ANAC): Para manter a operação simplificada na Classe 3 (facilitando aprovações e dispensando licenças de piloto privado), os fabricantes nacionais e importados projetam os kits para que o peso total de decolagem (drone + bateria + bicos + o peso da água contida no pedaço da mangueira que está no ar) fique rigorosamente abaixo dos 25 kg.

  • Segurança em Solo: Embora eliminemos a NR-35 (trabalho em altura) para o operador, temos que isolar completamente a área de solo abaixo do voo. Uma mangueira pressurizada a 200 bar que se rompa ou um drone desse porte que precise acionar o paraquedas de emergência não podem encontrar ninguém embaixo.












  • Como Funciona a Tecnologia de Detecção Embarcada?



    Odrone, por si só, é apenas o vetor (o veículo). O coração dessa operação são os payloads (cargas úteis) analíticos. Existem duas tecnologias principais usadas no mercado hoje:

    1. Sensores de Amostragem Direta (Sniffers / "Farejadores")

    O drone voa diretamente para dentro da pluma de poluição ou fumaça. Através de microbombas de sucção, ele aspira o ar ambiente e o passa por sensores internos.

    • Tecnologia: Sensores eletroquímicos, semicondutores ou PID (Detectores de Fotoionização).

    • Aplicação: Medição exata da concentração de gases específicos em partes por milhão (ppm) ou partes por bilhão (ppb). Excelente para detectar gases como Metano ($CH_4$), Sulfeto de Hidrogênio ($H_2S$), Monóxido de Carbono ($CO$) e Amônia ($NH_3$).



    2. Sensores Ópticos Remotos (Laser / TDLAS)

    Aqui o drone não precisa entrar no gás inflamável ou tóxico. Ele voa acima da área e aponta um feixe de laser para o chão ou para a tubulação.

    • Tecnologia: Espectroscopia por Laser de Diodo Sintonizável (TDLAS).

    • Aplicação: O laser mede a absorção da luz pelo gás no trajeto. Se houver vazamento de Metano, por exemplo, o sensor detecta instantaneamente a densidade da coluna de gás entre o drone e o solo. É a tecnologia usada em inspeções de gasodutos.



    Integração com Softwares: Mapeamento em 2D e 3D

    Um erro clássico de piloto amador é achar que o drone só avisa "tem gás" ou "não tem gás". Na nossa rotina profissional, o drone envia os dados via telemetria em tempo real para um software de solo (como o DJI Terra ou plataformas analíticas integradas).

    O sistema cruza as coordenadas de GPS/RTK com a leitura do sensor e gera:

    • Mapas de Calor (Grades 2D): Mostram as manchas de maior concentração de gás sobrepostas ao mapa do terreno.

    • Modelos de Dispersão 3D: Criam nuvens volumétricas virtuais mostrando exatamente para onde a pluma de gás está se deslocando com o vento.



    O Grande Desafio Técnico: O Efeito do Prop Wash


    O fluxo de ar das hélices do drone (chamado de prop wash) empurra e dissipa os gases para baixo com muita força.

    Se você colocar o sensor de aspiração direto embaixo dos motores, a leitura será totalmente errônea, pois as hélices estarão jogando ar limpo de cima para dentro do sensor ou espalhando o gás antes que ele seja medido.

    • A Solução Técnica: Os sensores do tipo "sniffer" utilizam tubos extensores de amostragem (sondas) integrados na parte superior do drone (acima do fluxo das hélices) ou projetados bem à frente da aeronave. No caso dos sensores laser, o feixe passa direto pelo fluxo de ar sem sofrer interferência física, o que resolve o problema.



    Principais Aplicações no Mercado Atual

    • Inspeção de Gasodutos e Linhas de Transmissão: Varreduras rápidas em locais de difícil acesso para encontrar microvazamentos de gás natural.

    • Monitoramento de Aterros Sanitários: Medição de emissões de Metano ($CH_4$) para controle ambiental e créditos de carbono.

    • Segurança Industrial e Resposta a Emergências: Em caso de explosão ou vazamento químico em uma fábrica, o drone entra antes da equipe humana (Bombeiros/BRIGADA) para identificar quais gases estão no ambiente, protegendo a vida dos socorristas (alinhado com protocolos de SST e análise de risco).








    https://www.youtube.com/watch?v=rw2A7uktTmc


    1. Preparação Pré-Operacional (Dia Anterior)

    Realizar verificações no dia anterior evita imprevistos em campo:

    Checklist do Drone: Testes de motores, hélices e sensores (0:57).





    Sistema de Energia: Teste do gerador (coração da operação), sistema de carregamento e resfriadores (1:57).

    Limpeza do X-Mixer: Essencial para evitar fitotoxicidade na cultura (3:23).




    Conectividade: Teste das bases RTK (5:47) e Meteorológica com Starlink (8:23).







    Logística: Organização de EPIs, ferramentas e documentação (envelope de emergência com FISPQ, nota fiscal e receituário) (10:11, 17:43).




    2. Transporte e Chegada ao Campo

    Engate e Segurança: Conexão do reboque, corrente de segurança, cabo elétrico e verificação de freios/luzes (18:32, 21:04).

    Velocidade: Recomendação máxima de 80 km/h em rodovias (23:36).

    3. Montagem da Estação de Trabalho

    Desengate e Nivelamento: Posicionamento das sapatas e ajuste da bequilha (24:04).

    Montagem da Área: Abertura das portas (27:54), montagem da estrutura operacional superior (41:22), instalação do guarda-sol e da base meteorológica (42:20, 43:37).














    Sinalização: Instalação de cones de segurança (31:00).

    4. Preparação da Calda e Operação

    Preparo: Mistura da calda no X-Mixer, lavagem das embalagens no Spray Ball e transferência para o drone (47:15).

    Voo: Conexão final drone-controle-base e início da pulverização (49:50).










    5. Finalização e Tríplice Lavagem




    Limpeza: Realização da tríplice lavagem do tanque e sistema de pulverização (52:08).

    Descarte: Dispersão do resíduo (conforme normas locais) e limpeza externa do equipamento (53:52).

    Desmontagem: Guardar todos os itens seguindo a ordem inversa, garantindo que o reboque esteja trancado e pronto para o retorno (56:00 - 1:06:27).










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